Guess your dreams always end...

Guess your dreams always end, they don't rise up just descend

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Filmes, filmes, filmes


Tenho uma enorme paixão por filmes antigos, os chamados clássicos, da Golden Age de Hollywood, desde os anos 20 até meados dos anos 60. O primeiro filme que vi desta altura foi o Breakfast at Tiffany's, que até hoje é um dos meus filmes preferidos. Fiquei fascinada com a Holly Golightly e a Audrey Hepburn é uma das minhas maiores inspirações (tenho inclusive dois posters enormes dela na parede do meu quarto). Desde aí parti à descoberta e já vi tantos, e fico feliz quando percebo que ainda tenho tantos para ver. Adoro as histórias, os actores, a cinematografia, todo o ambiente particular deste tipo de filmes, quer sejam a preto e branco ou a cor. Billy Wilder, Elia Kazan, Hitchcock, Frank Capra, Orson Welles, são todos mestres do cinema. Actores como Marlon Brando, Gregory Peck, Gloria Swanson, James Stewart, Bette Davis, Ingrid Bergman, Marilyn Monroe, Clark Gable, Vivien Leigh, Grace Kelly, Lana Turner, Cary Grant, Humphrey Bogart, William Holden e tantos outros fazem-me desejar ter vivido naquela altura, sentir o glamour daquela época. Passo horas na wikipedia a pesquisar filmes, actores, a ler tudo o que puder sobre isto, e ainda tenho tanto para aprender. De qualquer maneira, aqui vão alguns dos meus filmes preferidos, que aconselho vivamente toda a gente a ver: A streetcar named desire (Marlon Brando e Vivien Leigh fantásticos), Sunset Boulevard (o meu preferido do Billy Wilder), Wuthering Heights (com um Laurence Olivier lindo lindo, e o livro também é maravilhoso), Citizen Kane, Casablanca, Gone with the wind (4 horas que passaram a voar), It's a wonderful life, All about Eve, Some like it hot, Vertigo, Double Indemnity, e como não podia deixar de ser, quase tudo da Miss Hepburn (Roman Holiday, Sabrina, Charade...).

4 comentários:

  1. Li o comentário do Tarantino no blog do Dexter e trouxe-me aqui.

    Agora percebo, porque não gostas do Tarantino.

    Pessoalmente, vejo coisas do Tarantino em alguns dos filmes que referes. Por exemplo, o Billy Wilder utiliza o humor e a musicalidade nos diálogos para dar profundidade e identidade às personagens, o a intriga e o mistério que rodeia as personagens femininas do Tarantino é emprestado do Hitch...

    Em última análise é uma questão de preferência, do Billy Wilder reconheço que o melhor é o Sunset, mas prefiro o Apartamento; do Hitch é difícil escolher um preferido, mas o Vertigo (é muito bom, mas...) custa a entrar por falta de simpatia com o Jimmy Stewart (parece desadequado como o próprio realizador reconheceu)...

    Nessa época gosto muito da fase Hollywood de Fritz Lang, do Night of the Hunter do Laughton, do Nick Ray (o Johnny Guitar é qualquer coisa de especial)... num tom diferente dos que referiste.

    De qualquer modo, não vi todos dos que referiste e tenho a colmatar essas falhas.

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  2. É uma pena não teres vivido no tempo em que só existia a RTP e nada mais. Todos esses clássicos passavam a seguir ao almoço! :D

    (excepto E Tudo o Vento Levou - que eu só vi pela primeira vez quando surgiu a TVI que anunciou a sua "grande" estreia de 4h)

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